A cozinha ecológica do futuro

Desenhada por Philips Design, o conceito da nova cozinha busca entre seus objetivos a economia de energia e incorporar artefatos de nova geração, pelo qual foi colocado um novo dispositivo para monitorar, ao mesmo tempo o que um esta cozinhando e o consumo de energia. Este desenho é altamente ecológico, possui um dispositivo que recicla em suas três formas: líquidos, sólidos e orgânicos.
Para os amantes de vegetais, ao realizar este projeto foi pensado no armazenamento dos mesmos e para isso conta com um container onde pode-se semear e cultivar. Oferece também um suprimento renovável de água e de sabão vegetal, o qual será proporcionado pelas plantas.
A simples vista se vê um fogão em uma posição fechada que somente pode-se apreciar o sistema utilizado para a lavagem. Deve-se abrir para aceder às funções do fogão. Atualmente encontram-se no mercado alguns eletrodomésticos pensados em maneira ecológica. Lava pratos com sensores que medem a temperatura e turvamento da água (se esta limpa pode-se reaproveitar). Geladeiras que não contribuem ao efeito estufa para não atacar a camada de ozônio e lâmpadas de baixo consumo.

A força de um nome!


Assim asseguraram hoje no município vallisoletano de Tudela de Duero. Albert Adriá, irmão de Ferrán e um dos cozinheiros deste reputado restaurante gerundense de cozinha criativa, durante a entrega do prémio Aspargo 2010, outorgado por esta localidade aspargueira ao El Bulli.

Em declarações à EFE, o cozinheiro reconheceu que os irmão pensaram em aplicar um projecto "precioso" em que dá a conhecer em diversos pontos do planeta a "grande variedade" de alimentos que goza a gastronomia espanhola, em que tem como item o aspargo de Tudela de Duero.

Um discurso pronunciado no Consistório Tudelano perante autoridades locais e provinciais, assim como bodegueiros, aspargueiros e hoteleiros da localidade, Adriá assegurou que conhecem este produtos a mais de dez anos e que desde então, incluíram de forma frequente no cardápio de seus restaurantes.

O aspargo "é o resultado de muita gente que dedica toda uma vida ao recolhê-lo para que outros possam apreciar na mesa, incidiu Adriá neste município, situado no coração do vale de Duero, a 15 kilometros da capital vallisoletana.

O povoado que celebrará sua festa de exaltação do aspargo nos próximos dias 5 e 6 de junho, outorgou este galardão à El Bulli por sua capacidade de "modernizar" as matérias primas e adoptar ingredientes tradicionais de originalidade.

" Graças à El Bulli deu-se a conhecer em todo o mundo a dieta mediterrânea", uma forma de alimentação "humilde, rica e rural" que os criadores deste restaurante transformaram em "cosmopolita" e "moderna".



Experimentos sem limite



Os mestres da cozinha internacional não tem limite. Na busca de novos sabores, de combinações que surpreendam e de receitas que comovam a gastronomia internacional, Ferrán Adriá e Juan María Arzak degustaram pratos que contavam com esperma de atum entre os ingredientes.
O acontecimento foi em Barbate, Cádiz, na primeira captura de atuns. Foi lá onde provaram algumas variantes na preparação do atum. Uma delas - o " Pirulito de Ovas de Leite" - que continha esperma de peixe.
O cenário da degustação foi o restaurante Campero, uma insígnia no que diz respeito ao atum na região. O local tem uma particularidade de preparar o pescado de todas as formas em que se cozinha no mundo.
Ferrán Adriá é dono do El Bulli, restaurante que depois de 4 anos deixou de ser o melhor do planeta. Enquanto que Juan María Arzak é um reconhecido chef do pais vasco e proprietário do empreendimento gastronómico que leva seu nome. Ambos cozinheiros destacam-se pela constante busca de novas tendências vanguardistas na cozinha.

Blumenthal nos hospitais


A tendência já havia sido instalada pelo Ferrán Adriá e agora se expande por toda a Europa. Heston Blumenthal converteu-se em notícia nos últimos dias por tentar melhorar os cardápios nos hospitais.
Trata-se de um trabalho em conjunto do chef com a universidade Reading e o hospital Royal Berkshire. O objetivo é claro: conseguir que a comida hospitalar seja agradável para os pacientes.
Segundo a investigadora Lisa Metven, os inconvenientes mais sensíveis tem a ver com os pacientes idosos. "As pessoas podem perder o sentido do paladar quando ficam idosas. As doenças e tomar remédios podem piorar a situação", explica.
O primeiro momento da investigação tem a ver com a reconceitualização de alguns sabores tradicionais britânicos. O pilar para isso é o sabor Umami, que encontra-se nos cogumelos Shiitake, nos tomates ou no atum. O caso do cogumelo é o mais importante, já que uma vez hidratado potencializa todos os sabores e pode ser utilizado para caldos e cozidos, entre outras coisas.
Blumenthal é dono do The Fat Duck, o terceiro melhor restaurante o mundo atrás de Noma, de René Redzepi e El Bulli, de Ferrán Adrián.

Quanto mais tinto, melhor!


Se ter uma boa cara é sintoma de boa saúde, por que não seguir o mesmo critério os produtos alimentícios ou bebíveis? Um grupo de investigadores da universidade de Sevilla melhorou a “paleta de cores” dos vinhos tintos e de feito patentearam o sistema. Porém o que mais se destaca é que não fizeram de qualquer forma. Eles lograram que esta melhora do aspecto dos caldos transforme-se simultaneamente em um cambio saudável, introduzindo propriedades antioxidantes, anticancerígenas e cardiovasculares.
Quer dizer que, melhorando os tons vermelhos-violetas dos vinhos potencializa os benefícios saudáveis, segundo este grupo de profissionais do grupo “Color y Calidad” dos alimentos “La Hispalense, cujos estudos feitos pela “Andalucía Investiga.”
Seu trabalho se focou em elaborar um método para tornar mais intensa e duradeira a cor dos vinhos tintos de Andalucía. Uma das características é obter um caldo de maior estabilidade e valor econômico, como um “Crianza” ou um “Reserva”, em uma região com altas temperaturas fica difícil conferir e sobre tudo manter os tons vermelhos-violetas.
Criomaceração
A obtenção dessas cores guarda relação com o processo de elaboração do vinho tinto. Para extrair o “mosto”, as bodegas trituram a uva tinta para obter o “suco” que é rosado, o porquê também se adiciona a casca para outorgar uma maior intensidade de cor. Este processo denomina-se maceração. “As dificuldade de um clima cálido é manter essa gama cromática, por que a cor não se estabiliza com facilidade”, diz o responsável do projeto Francisco José Heredia.
Por isso, melhoraram o processo de extração aplicando temperaturas baixíssimas, que retardam a fermentação e possibilitam que a casca e o suco estejam mais tempo em contato um com o outro, uma técnica denominada Criomaceração pré-fermentativa.
Desta forma, intensifica-se a cor, ao que o trabalho não acaba aqui, já que, se é difícil obtê-lo, como com quase tudo, pior é conservar-lo, e para obter esse resultado estes profissionais recorrem ao fenômeno chamado “co-pigmentação”. Isto se deve á presença de compostos não coloridos, procedentes tanto da casca da uva como das sementes, que estabilizam a aqueles que sim colocam cor e desta forma, conseguem intensificar.
Os primeiros “caldos”, premiados
As estratégias integradas de criomaceração e co-pigmentação já se praticam nas bodegas que requerem obter a cor “tinta”. A patente dos profissionais consiste em estabelecer uns parâmetros precisos neste processo e desenvolver continuamente. “Conseguimos realizar esse processo de uma forma específica que aporta uma maior intensidade de cor mantendo-a”, explica Heredia.
Resaltam os profissionais, a cor não somente resulta uma questão estética senão que supõe também a base para que os vinhos andaluces possam iniciar processos de envelhecimento que os converta em “Reservas” ou “Crianzas”, e pelo tanto, maior valor econômico.
Os profissionais, que continuam aperfeicionando essa estratégias de coloração em um projeto de excelência que a “Consejería de Economía, Innovación y Ciencia” financiou com 335.509 Euros, trabalham com várias bodegas do “Consejo Regulador de la Denominación de Origen Condado de Huelva “, sobretudo, os vinhos da primeira colheita que aplicou sua patente, obtiveram prêmios internacionais, destaca Heredia.
Propriedades funcionais
Por outra parte, os mesmos responsáveis da cor da uva conta com propriedades anti-oxidantes, anti-cancerígenas e cardiovasculares. Por isso os profissionais dizem que melhorando e intensificando os tons vermelho-violeta dos vinhos potencializam-se também os benefícios para a saúde.
Neste sentido, os profissionais continuam a desenhar as vinificações mais adeuqadas em quanto á composição e conteúdo que esta seleção não entre em colisão com outras propriedades do vinho.