Tirada perfeita!

Tirar um chopp impecável não depende somente de baixar a alavanca da choppe com precisão. É um processo cujo caminho ao exito está pragado de pequenos detalhes. Segundo Andrés Gonzáles, gerente da divisão Stella Artois da cervejaría Quilmes, "Nunca pode-se esquecer que uma boa cerveja acaba de se fazer no copo". Para conseguir isso. essa marca treinou mais de 50 Bartenders de estabelecimentos gastronomicos de Buenos Aires, no que denominaram "O ritual da perfeição". Aqui vão os requisitos que, segundo os profissionais da marca, deve cumprir uma tirada ideal. Anote e faça a prova da proxima vez que alugar ou comprar uma choppeira para sua casa.

O primeiro passo é lavar a tulipa com detergente sem aroma, enxaguar com água abundante e sacudir-la para secar. Logo, verificar a transparência do cristal contra a luz. A cerveja pode ser gostosa, mas quem gosta de tomar em uma tulipa com marcas de dedos ou fiapos de pano?

Outra condição sine qua non é descartar as primeiras gotas de cerveja para que não caiam na tulipa. Ademais, a serpentina nunca deve tocar na tulipa. "O resto de cerveja que fica na serpentina da tirada anterior poderá alterar a qualidade do produto", diz González.

A posiçao da tulipa é outro fator importante, Deve-se segurar a tulipa ou a jarra em ângulo de 45° respeito à serpentina. "Assim obtem-se uma relação perfeita entre espuma e líquido", afirma o profissional.

Outro detalhe é o fechamento do grifo, deve ser feito com um movimento rápido, ao mesmo tempo que retira-se a tulipa para evitar que ingressem mais gotas. Não sofra pelo chorro de cerveja que se desperdiça, vale a pena.
o colarinho (espuma) é, sem dúvida, um ponto fundamental. Não assuste-se, mas os profissionais de Stella Artois sugere corta-la com uma régua (ou faca sem fio) com um ângulo de 45°. Dizem que assim eliminam-se as grandes bolhas e acelera-se a disperção do colarinho. também é importante uma "espuma" de 3 cm. de altura. nem mais, nem menos. A perfeição não aceita meios termos.

O último detalhe é a apresentação. Nada de tulipas que transbordam espuma. Como se fosse um cálice, o exterior deve estar impecável. "sugerimos enxaguar a tulipa por fora submergindo a metade em um recipiente com água, a modo de batismo final", diz González. Quem também aconselha servir sobre um porta copos, não é errada a idéia de envolver a base com um guardanapo.


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